Patrícia Tavares

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Barueri, São Paulo, Brazil
Formada desde 1996 - Mestre em Medicina Biofotônica. Especialista em Ortodontia, Ortopedia Funcional dos Maxilares, DTM e Dor Orofacial e Harmonização Orofacial, Pós Graduada em Sono - Einstein, Pós graduando em Periodontia. Invisalign Doctor Diamante, Angel Aligner Doctor. Habilitada em Laser Odontológico pela USP. Atendimento de Crianças, Adolescentes, Adultos e Idosos. Tratamentos com Alinhadores invisíveis, Aparelhos Removíveis, Aparelhos Fixos, Preparos Cirúrgicos, Aparelhos para melhora de DTM, Bruxismo, Ronco e Apnéia do sono. Odontóloga por amor! Dentista que salva dentes!

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

PIERCING NA BOCA



OS MALES DO PIERCING NA BOCA 



Além dos piercings intra-orais, os colocados em lábios, bochechas e proximidades, também envolvem riscos.  Antes de perfurar qualquer parte, dentro ou fora da boca, converse com seu dentista.


Se você achou bonitinho ou  "COOL", esta pensando em colocar piercing ou seu filho/a te pediu para fazer um, leia as possíveis consequências antes de fazer e/ou autorizar!! 



Riscos deste tipo de piercing?




O  piercing colocado na língua, lábios ou bochechas envolvem riscos maiores do que os colocados na orelha. 
Antes de perfurar qualquer parte, dentro ou fora da boca, converse com seu dentista. 


Se a qualquer momento notar lesões ou infecções graves procure o médico, dentista ou um hospital.











Inflamações


A colocacão do piercing e até mesmo a presença dele, pode causar inflamações e reações alérgicas no local perfurado. 




Infecções 

A boca contém milhões de bactérias que podem causar infecções, além do hábito de tocar o piercing detro da boca aumentar, ainda mais o risco de se contrair uma infecção. 



Se a infecção persistir localmente, a peça deve ser removida. Se ela for mantida, o corpo estranho continua no local e pode se tornar um ponto para outras infecções e/ou agravamento da mesma. 




Doenças transmissíveis pelo sangue 

O piercing da boca foi identificado pelo Instituto Nacional de Saúde como uma possível forma de transmissão da hepatite B, C, D e G, a esterilização e uso de descartáveis deve ser exigido!

Endocardite 

É a inflamação das válvulas e dos tecidos cardíacos. A ferida causada pela perfuração dá às bactérias da boca a oportunidade de entrar na corrente sanguínea, podendo chegar ao coração.

Câncer

É fato que o piercing é uma agressão local, que pode modificar os tecidos da cavidade bucal, transformando-os numa lesão com aspecto branco (leucoplasia), e toda leucoplasia pode se tornar um câncer. Principalmente quando associado ao álcool e ao cigarro que são causadores de câncer bucal, pela sua ação química e física. 



Dormência da língua

É muito possível a perfuração do nervo, durante a instalação de um piercing na língua.  Se isso acontecer, você poderá perceber sensação de dormência na língua, que por vezes é temporária, mas pode ser permanente.  Esta lesão poderá afetar a sua percepção do paladar. 


Sangramento prolongado

Caso um vaso sanguíneo seja perfurado pela agulha durante o procedimento de colocação, pode haver um sangramento difícil de ser controlado. 






Dor e inchaço 

São sintomas comuns de piercing na boca. Em casos mais sérios, se a língua inchar demais, poderá fechar a passagem de ar e dificultar a respiração.




Dentes danificados
 
O contato com o piercing pode o casionar trincas e/ou fraturas no esmalte dentário, danificando o dente e também  restaurações, facetas, coroas e peças metálicas.





Ferimento e retração na gengiva  

As peças de metal não só podem ferir o tecido da gengiva que é sensível, mas também podem causar retração gengival. A retração gengival tem aparência desagradável e torna seus dentes mais vulneráveis a cáries e a periodontite.




Interferência com a função normal da boca

Os Piercing aumentam a produção de saliva, impedindo que você pronuncie corretamente as palavras e também dificultam a fala, mastigação e deglutição.




Tempo de cicatrização 




Higiene do piercing



Quanto tempo dura um piercing?
Se você não contrair nenhuma infeção e seus piercings orais não interferirem com as funções normais da boca, podem ser usados de forma permanente. 

Importante:


Mas não deixe de ir ao dentista se sentir qualquer tipo de dor ou algum outro problema. Por causa dos riscos envolvidos mesmo depois que a ferida da perfuração desaparece (como é o caso de engolir peças soltas ou danificar os dentes), a melhor coisa é não fazer piercing oral.




Fonte: Richardson, J. D. Indiana; Bozelli; Colgate-Palmolive 




terça-feira, 13 de agosto de 2013

HERPES LABIAL


Herpes Labial


O herpes labial é uma infecção crónica causada pelo vírus herpes simplex, um vírus altamente contagioso. Quando as lesões estão à vista que o risco de contágio é maior. 

Os sintomas da primeira infecção surgem uma a três semanas após o contágio, e desaparecem ao fim de sete a dez dias. 
Contudo, o vírus permanece no organismo, adormecido (latente), instalando-se nas células nervosas, à espera de ser reactivado. Factores como stress, febre, menstruação e exposição ao sol podem ser responsáveis pela reactivação. 

Como evolui o Herpes:

Formas de contagio:
Beijos, partilha de objectos de uso pessoal como lâminas de barbear, toalhas, pratos, copos e talheres, batons e outros cosméticos constituem uma porta de entrada do vírus no organismo. 

Crianças são contaminadas principalmente por parentes e cuidadoras, ao soprarem ou provarem a comida, para testar temperatura e sabor, crianças devem ter seus talheres e copos próprios e não compartilhar objetos pessoais, tais como batons,  toalhas e etc...



Como tratar:

De aplicação tópica (local), sob a forma de creme ou pomada, os medicamentos utilizados no tratamento do herpes labial aliviam os sintomas e aceleram a cicatrização das lesões. 

Quando o herpes é grave, os sintomas muito evidentes e de longa duração, pode ser necessário consultar o médico, que pode prescrever outros medicamentos antivíricos.

O herpes labial é crónico mas é possível prevenir, basta ter alguns cuidados consigo e com os outros:
  • Evite o contacto directo (beijos, por exemplo) sempre que as lesões estejam presentes, sobretudo com crianças e pessoas com o sistema imunitário deprimido;
  • Não partilhe objectos de uso pessoal (talheres e escovas dentárias por exemplo);
  • Lave sempre bem as mãos e evite levá-las a outras partes do corpo (sobretudo aos olhos e genitais) pelo risco de alastramento a outras zonas do corpo;
  • Evite praticar sexo oral, mesmo com preservativo, caso apresente lesões activas;
  • Evite os potenciais factores de reactivação do vírus – use sempre protector solar.
fonte: Associação Nacional de Farmácias




sexta-feira, 26 de abril de 2013

A EVOLUÇÃO DOS COMPONENTES DO APARELHO FIXO




A EVOLUÇÃO DOS COMPONENTES DO APARELHO FIXO


Os aparelhos fixos estão entre os aparelhos mais antigos e estudados que existem, em 1992, pesquisadores ingleses se surpreenderam ao encontrar uma múmia exótica nas margens do rio Nilo, no Egito. A cabeça do cadáver, com idade estimada por arqueólogos entre 3.000 e 2.500 anos de idade, ostentava uma espécie de aparelho dentário. Era uma tira de metal, que prendia os dentes mais tortos da vaidosa múmia.
 
Os aparelhos fixos recebem este nome por serem presos ao dente por resinas ou cimentos especiais.
Consistem basicamente de:
 









      1. Brackets          2. Bandas               3. Fios            4. Elásticos


Antigamente, todos os dentes eram envoltos por Bandas (anéis que envolvem o dente), e os Brackets eram soldados as Bandas, os Fios continham dobras (alças), conforme a necessidade de movimentação dentária e estas eram feitas a mão pelo ortodontista. Logo as consultas eram mais demoradas, os materiais eram todos importados e o custo de uma aparelho fixo era bem mais caro!

Com o advento das modernas técnicas de colagem, as bandas foram quase que extintas, salvo os ortodontistas mais caprichosos e conservadores que ainda as utilizam, Os Brackets são atualmente, pequenos e muito discretos. A maioria dos aparelhos fixos é feita de aço inoxidável, mas hoje em dia temos os aparelhos estéticos feitos de porcelana e sua versão mais barata de resina (que pigmenta com o tempo).

Os Fios mudaram muito e hoje em dia não são apenas de aço inoxidável, já existem Fios chamados de ¨modernos¨ que são compostos de níquel, titâneo, cobalto, molibideno e outros materiais e liga metálicas.

Os Elásticos que foram a modernidade na época em que se prendia o Fio ao Bracket co amarrilho metálico, hoje já esta sendo substituído por ¨clips¨ presos ao próprio Bracket nos chamados ¨auto-ligados¨, mas suas varias cores e formatos ainda fazem sucesso com a garotada!








Existem diversos tipos de aparelho, dos importados mais caros aos nacionais mais baratos, diferentes técnicas e filosofias de ortodontia. Entretanto, os aparelhos fixos têm em comum a capacidade de controlar totalmente a movimentação dentária, permitindo, ainda, que pequenos detalhes sejam artisticamente pelo ortodontista, o que confere a cada caso uma individualização única, ou seja, o ortodontista pode movimentar sutilmente os dentes através de dobras no fio para encontrar a posição ideal de cada dente.

Por isso procure um Ortodontista para realizar seu tratamento, o conhecimento do Especialista faz TODA diferença ao tratamento!

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

VAMOS CONHECER NOSSA BOCA!!!


VAMOS CONHECER NOSSA BOCA!!!






Agora você já consegue identificar as partes da sua boca, viu como é legal aprender!!!

AUTOEXAME DA BOCA

Autoexame da Boca

Saiba como descobrir problemas bucais logo no início

Ilustração: INCA
O autoexame da boca é uma forma de perceber precocemente lesões e doenças bucais
O autoexame da boca é um método simples para identificar anormalidades existentes na mucosa bucal. Para a realização do autoexame são necessários um espelho e um ambiente bem iluminado.

Veja como é a técnica:

1. Lave bem a boca e remova as próteses dentárias, se for o caso.

2. De frente para o espelho, observe a pele do rosto e do pescoço. Veja se encontra algum sinal que não tenha notado antes. Toque suavemente, com a ponta dos dedos, todo o rosto.

3. Puxe com os dedos o lábio inferior para baixo, expondo a sua parte interna. Em seguida, palpe todo o lábio. Puxe o lábio superior para cima e repita a palpação.

4. Com a ponta de um dedo indicador, afaste a bochecha para examinar a parte interna da mesma. Faça isso nos dois lados.

5. Com a ponta de um dedo indicador, percorra toda a gengiva superior e inferior.

6. Introduza o dedo indicador por baixo da língua e o polegar da mesma mão por baixo do queixo e procure palpar todo o soalho da boca.

7. Incline a cabeça para trás, e abrindo a boca o máximo possível examine atentamente o céu da boca. Palpe com um dedo indicador todo o céu da boca, em seguida diga ÁÁÁÁ... e observe o fundo da garganta.

8. Ponha a língua para fora e observe a sua parte de cima. Repita a observação com a língua levantada até o céu da boca (palato). Em seguida, puxando a língua para a esquerda, observe o lado direito da mesma. Repita o procedimento para o lado esquerdo, puxando a língua para a direita.

9. Estique a língua para fora, segurando-a com um pedaço de gaze ou pano, e palpe em toda a sua extensão com os dedos indicador e polegar da outra mão.

10. Examine o pescoço. Compare os lados direito e esquerdo e veja se há diferença entre eles. Depois, palpe o lado esquerdo do pescoço com a mão direita. Repita o procedimento para o lado direito, palpando-o com a mão esquerda. Veja se existem caroços ou áreas endurecidas.

11. Finalmente, introduza um dos polegares por debaixo do queixo e palpe suavemente todo o seu contorno inferior.

Faça o autoexame regularmente. A cada seis meses ou um ano, vá ao dentista para a realização do exame clínico da boca. Se você achar que encontrou alguma alteração na sua boca, procure um profissional de saúde o mais rápido possível.

Fonte:
Câncer: A Informação Pode Salvar Vidas. Comunicação social - Instituto Nacional de Câncer (INCA), 2009.
Falando Sobre Câncer da Boca - Instituto Nacional de Câncer (INCA). Rio de Janeiro, 2002.